Um abraço aguardado por sete anos bastou para derreter o coração de milhões de internautas. O vídeo que mostra a aposentada Odete Pimenta, de 105 anos, reencontrando a filha Ruth Pimenta, de 85, tomou conta das redes sociais e fez muita gente derramar lágrimas.
Moradoras de cidades diferentes no Pará, mãe e filha permanecem lúcidas e cheias de afeto. A gravação, publicada pela neta Ingrid Pimenta, 32 anos, em seu perfil no Instagram, já ultrapassou 10,6 milhões de visualizações e virou tema de comentários emocionados.
O encontro que quebrou um jejum de sete anos
Odete vive em Oriximiná (PA), enquanto Ruth mora em Pimental (PA). Desde 2017, as duas não conseguiam se ver pessoalmente. Para mudar essa realidade, familiares organizaram cada detalhe da surpresa. Na filmagem, a bisavó aparece caminhando com ajuda de um andador até uma varanda onde Ruth a aguarda.
No primeiro instante, Odete não reconhece a filha. “Não está reconhecendo, não? É a Ruth”, avisa Ingrid, que grava tudo. O gatilho basta para a centenária abrir os braços e exclamar: “Minha filhinha!”. Entre lágrimas, ela completa: “Não chore. Eu estou aqui”.
Da conversa privada ao viral de milhões
Inicialmente, Ingrid enviou o vídeo apenas no status do WhatsApp. O retorno positivo a incentivou a postar no Instagram, onde o conteúdo explodiu em curtidas e comentários. “Logo que publiquei viralizou muito rápido, em todas as plataformas. O retorno das pessoas foi imediato, com muito amor e carinho”, contou a neta.
Imagem: Internet
Relatos parecidos surgiram na seção de comentários. Uma internauta lembrou a cena de uma paciente de 101 anos chamando a filha de 80 de “meu bebê”; outra destacou que “o amor materno é a coisa mais linda que existe”. Muitos se referiram à emoção de Ruth, que, mesmo aos 85 anos, “parecia uma criança nos braços da mãe”.
Próximo abraço não deve demorar
Depois do sucesso inesperado, a família garante que não vai esperar tanto tempo para o próximo encontro. “Elas sabiam que iam se reencontrar, e dessa vez não vai demorar tanto tempo assim para acontecer de novo”, assegura Ingrid, hoje moradora de Itaituba (PA).
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