Prepare o coração nostálgico: as meninas de Stoneybrook vão cantar e dançar nos palcos. Depois de virar livro, filme, graphic novel e série da Netflix, The Baby-Sitters Club retorna em formato de musical — e promete fisgar fãs antigos e novos.
A produção coloca Kristy, Mary Anne, Claudia e Stacey já adultas, lidando com dilemas dos 25 anos, mas sem deixar de lado o pacto de amizade feito na pré-adolescência. A estreia oficial está prevista para a primavera de 2027, mas uma apresentação exclusiva para a indústria acontece em 13 de novembro deste ano, em Nova York.
Veja o que já se sabe sobre a montagem que chega para deixar qualquer fã com vontade de correr até Stoneybrook.
Enredo: reencontro 12 anos depois
Doze anos se passaram desde que o clube original foi desfeito. Agora, as quatro ex-babás voltam à cidade natal para cumprir a promessa feita aos 13 anos: reunir-se custe o que custar. Entre relacionamentos, crises de identidade e perguntas existenciais — “quem sou eu agora?” — as amigas descobrem que amadurecer pode ser tão caótico quanto cuidar de crianças.
Equipe criativa e trilha sonora nostálgica
A música e as letras ficam por conta de Mark Sonnenblick, compositor conhecido por “KPop Demon Hunters”. Ele adianta que o som bebe na fonte dos hits dos anos 80 e 90, citando Sheryl Crow, Indigo Girls e Shania Twain como inspirações.
Imagem: Internet
Roteiro, coreografia e aval da autora
O livro (texto) do musical é assinado por Kate Wetherhead, que participou das versões teatrais de “The Devil Wears Prada” e “Legally Blonde”. A coreografia fica nas mãos de Annie Tippe, recente responsável pelo espetáculo “Octet”. Já Ann M. Martin, criadora da série literária, acompanha de perto o processo e comemora mais uma adaptação de seu universo.
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