Termômetro marcando acima do normal, bochechas coradas e, do outro lado, o coração da família acelerado. A cena é comum na casa de quem tem criança, mas não precisa terminar em desespero. Quando a febre aparece, saber distinguir o que é emergência e o que pede apenas observação muda tudo.
Munido de dados atualizados da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e das instruções de uso da dipirona monoidratada, este guia resume o que realmente importa: como identificar a febre, quando procurar ajuda e qual o papel de um antitérmico confiável nesse cenário. É leitura rápida, direta e pronta para ser consultada a qualquer hora do dia ou da madrugada.
Febre: sinal de que o corpo está reagindo
De acordo com o documento científico nº 206 da SBP, considera-se febre a temperatura axilar igual ou superior a 37,5 °C. Mais do que o número no visor do termômetro, vale observar o comportamento da criança: ela continua brincando, aceitando líquidos e mantendo bom humor? Esses detalhes ajudam a definir a conduta.
Em recém-nascidos, qualquer elevação de temperatura exige avaliação médica imediata, já que o sistema imunológico ainda está em construção. Para os maiores, a recomendação é ficar atento a sinais de alerta, como recusa alimentar, manchas na pele, fraqueza ou irritabilidade intensa.
Quando correr para o pronto-socorro?
Procure atendimento sem demora se a febre vier acompanhada de convulsões, dificuldade de respirar, choro inconsolável, rigidez de nuca ou sonolência excessiva. Também não hesite em buscar ajuda caso a temperatura persista por mais de 48 horas, mesmo após o uso correto de antitérmicos.
Novalgina: aliada no controle da dor e da febre
A dipirona presente na Novalgina atua como antitérmico e analgésico há mais de um século e pode ser administrada a partir dos 3 meses de vida. A bula destaca três pontos principais: eficácia em todos os níveis de febre e dor, ação prolongada e histórico de confiança entre profissionais de saúde e famílias brasileiras.
A SBP não recomenda alternar diferentes antitérmicos (dipirona, paracetamol, ibuprofeno) sem orientação médica, porque essa prática aumenta o risco de superdosagem e sobrecarrega fígado e rins. Portanto, respeite a dose e o intervalo prescritos pelo pediatra.
Além da febre comum, a Novalgina é indicada para dor de cabeça leve a moderada, cólica leve (quando causas graves já foram descartadas), desconforto pós-vacinação, dor pelo nascimento dos primeiros dentinhos e dor pós-operatória. No site oficial da marca há uma calculadora de dosagem que considera peso e idade da criança, ferramenta útil nos momentos de dúvida.
Informação confiável é o primeiro passo para decisões acertadas. Mantenha o contato regular com o pediatra e salve este guia para consultar sempre que o termômetro disparar. Para mais conteúdos como este, fique de olho nas próximas publicações.