Imagine reunir toda a família para o almoço de domingo e, a cada chamada, ouvir o mesmo nome se repetir. Para os Paixão, de Ananindeua (PA), essa é a realidade: nada menos que 11 parentes atendem por “Paulo”. A tradição começou há mais de três décadas e continua firme, mesmo que, vez ou outra, alguém opte por outro caminho.
O ator João Paulo Paixão foi quem revelou a história na internet. Bastou um vídeo curto para a curiosa linhagem viralizar e atrair olhares de todo o país. Ele explica que, apesar do sobrenome forte, a marca registrada do clã é mesmo o prenome repetido que atravessa gerações.
Como nasceu a tradição do nome
Tudo começou com o patriarca Paulo Sérgio Paixão. Ao se casar, ele decidiu que todos os filhos homens levariam seu primeiro nome. “Meu pai queria criar um legado”, resume João Paulo. A regra, porém, nunca foi rígida: usar “Paulo” sempre ficou a critério de cada casal da família.
Com o tempo, a família cresceu e novos ramos se formaram. Alguns mantiveram a escolha, outros preferiram homenagear parentes ou simplesmente seguir gostos pessoais. Mesmo assim, o placar parcial já soma 11 Paulos — sem contar futuras gerações que prometem ampliar a lista.
Quem é quem entre os 11 Paulos
Para não se perder na contagem, João Paulo detalhou a árvore genealógica e mostrou como o nome se distribui:
Imagem: Internet
- 1º filho – Luiz Paulo: pai de Paulo Victor, Paulo Henrique e Paulo Pietro.
- 2º filho – Paulo Sérgio Júnior: pai de Paulo Lorhan, Paulo Kauan e de Melinda Ohana.
- 3º filho – Washington Luiz: não leva “Paulo” e batizou a filha de Júlia.
- 4º filho – Paulo Washington: pai de Bernardo, primeiro neto homem sem o nome tradicional.
- 5º filho – João Paulo: pai de Aurora, outro afastamento proposital da tradição.
- 6ª filha – Paula: ainda não tem filhos e diz que escolherá nomes “mais europeus”.
- 7ª filha – Thainan: adotada na adolescência, também não traz “Paulo” no registro, mas é considerada parte do grupo.
Repercussão online: críticas e elogios
Quando a história estourou nas redes, a família recebeu mensagens de carinho e, também, algumas críticas. Comentários chamaram a ideia de “ridícula” ou “piada”, alegando que os pais teriam pensado apenas neles mesmos. Segundo João Paulo, porém, o apoio superou as reclamações. “Nunca foi imposição. É leve e rende boas risadas”, garante.
Para ele, manter o nome significa celebrar união e afeto. “A tradição dos Paulos é nosso maior orgulho”, diz o ator, lembrando que os pais criaram sete filhos praticamente sozinhos e seguem como exemplo de força.
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