Completar meio século costuma vir acompanhado de novas perguntas sobre saúde, relacionamentos e propósito. Foi pensando nisso que a norte-americana Leanne Ely, 67 anos, autora best-seller do New York Times e criadora do site SavingDinner.com, gravou um vídeo que viralizou no Instagram. Nele, ela resume tudo o que aprendeu ao longo de 17 anos pós-menopausa em três orientações simples, mas potentes.
A gravação, publicada há poucas horas, disparou curtidas e comentários de mulheres de várias idades, todas interessadas no “manual de sobrevivência” que Ely oferece para viver os próximos anos com mais vitalidade e autoconfiança. A seguir, veja o que a autora considera essencial.
Exercício e alimentação em primeiro lugar
“Comece a levantar peso.” É assim que Leanne Ely inaugura sua lista. Segundo ela, fortalecer a musculatura é a melhor forma de proteger ossos, joelhos e quadris — regiões que costumam cobrar a conta após a menopausa. Ela reforça: “Seu corpo precisa cooperar com seus sonhos. Mexa-se ou perca”.
Comer bem é investir em você mesma
A escritora compara a alimentação ao cuidado com um bebê: exige atenção, equilíbrio e carinho. Por isso, recomenda proteína na medida, hidratação constante e, claro, comida de verdade para nutrir também a mente.
Autoestima e relações sem freio de mão
No segundo ponto, Ely dispara: “Nenhum homem vale a pena se for para você abandonar seus sonhos”. Ela conta ter passado nove anos num relacionamento em que era diminuída, experiência que serve de alerta para ninguém aceitar menos do que merece.
O terceiro e último recado mira diretamente a confiança pessoal. “Esteja contente consigo mesma”, diz. Para a autora, reconhecer o próprio valor evita cair em papéis secundários ou ser alvo de gaslighting. “Você está aqui por um propósito”, reforça.
Imagem: Internet
A caixa de comentários rapidamente virou mural de depoimentos. Uma usuária de 65 anos relatou que começou balé aos 50 e hoje faz quatro aulas semanais, inclusive de ponta, atribuindo a prática à melhor forma física da vida. Outra destacou que, mesmo com dores crônicas, imagina quanto pior estaria se não treinasse. Houve ainda quem lamentasse não ter ouvido esses conselhos aos 25.
O vídeo completo pode ser visto no perfil da autora; para acessar, clique aqui.
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