Quem já perdeu noites de sono tentando ser o “pai ou mãe perfeito” costuma imaginar que dobrar ou triplicar a quantidade de crianças em casa significa multiplicar o caos. Mas uma mineira de 36 anos colocou essa lógica de ponta-cabeça e viralizou nas redes sociais ao defender justamente o oposto: três filhos seriam, na prática, mais fáceis de administrar do que apenas um.
Alessandra Marquiori, de Contagem (MG), compartilhou um vídeo em que explica, de maneira bem-humorada, como a chegada de cada novo bebê a ajudou a relaxar, desapegar dos manuais e confiar mais no instinto. A gravação rapidamente circulou por grupos de pais e perfis de maternidade, levantando debates acalorados — e muita curiosidade — sobre a rotina da família.
O vídeo que ganhou a internet
No registro que rodou o feed, Alessandra lista as diferenças entre a fase de “mãe de um” e a de “mãe de três”. Segundo ela, quando tinha apenas Bernardo, hoje com 7 anos, cada passeio exigia quase uma mudança completa: banheira inflável, cadeirinha de alimentação e uma coleção de brinquedos disputavam espaço no porta-malas.
Com a chegada de Benício, 5, e de Giovana, 2, o cenário mudou. “Nosso carro com um filho era mais cheio do que agora com três”, brinca. A influenciadora conta que, no início, media rigorosamente cada colher de comida, lia todos os livros disponíveis e registrava qualquer febre. Agora, garante que amor e limites bastam para educar.
Vida em família: números e rotina
Hoje, a casa da mineira abriga três crianças em idades bem diferentes, mas a mãe afirma que a dinâmica ficou mais leve justamente porque não se cobra mais tanto. Ela admite que, no “furacão” do primogênito, era inflexível com horários de sono e outras regras. A experiência — e o cansaço acumulado — trouxeram flexibilidade, algo que, nas palavras dela, acompanha naturalmente a segunda, terceira e eventuais gestações seguintes.
Imagem: Internet
Entre a controvérsia e a vontade de quarto filho
Alessandra reconhece que seu ponto de vista soa improvável para quem ainda está imerso no desafio do primeiro bebê. “Por isso, muita gente para no único”, comenta. Mesmo assim, ela conta que não descartaria um quarto filho: “Brinco que queria quatro, mas meu marido fez vasectomia; só um milagre agora”, diz, bem-humorada.
O depoimento completo está no perfil da mineira e também na reportagem original da revista CRESCER, disponível neste link.
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