A cidade de Assú, interior do Rio Grande do Norte, entrou no radar de milhões de brasileiros depois que um vídeo de 40 segundos quebrou a bolha regional e ganhou as redes. Na gravação, um jovem apresenta seus dez irmãos, todos carregando o mesmo prefixo curioso: Max. A publicação estourou nos perfis de entretenimento e levantou a pergunta que não quer calar — por que repetir o início do nome em 11 certidões de nascimento?
Por trás da decisão está o casal Milton Nunes e Josilene Rodrigues, que transformou a simples escolha de um primeiro filho em uma marca familiar. Enquanto muita gente ainda tenta decorar a sequência completa de nomes, o clã comemora a fama repentina e garante que o “legado Max” sempre foi motivo de orgulho, não de piada.
Como tudo começou
Milton Nunes queria algo inédito no registro da primogênita. A ideia inicial era Micilene, mas o cartório informou que o nome já existia. Foi aí que surgiu Maxsuila, inaugurando a tradição que se manteria firme ao longo de mais dez nascimentos, entre 1979 e 2002.
Os 11 nomes, na ordem de chegada
Maxsuila (44 anos), Maxsuilton, Maxsuel, Maxsuely, Maxsuelton, Maxsuilma, Maxsuênia, Maxsilânia, Maxwelma, Maxson Milker e Max Wender (22 anos) formam o time completo.
Do cartório para as redes
O responsável pelo estouro foi Maxson Rodrigues, de 24 anos. Ele gravou um Reels no Instagram apresentando pai, mãe e cada um dos irmãos; resultado: mais de 10,5 milhões de visualizações. No vídeo, a surpresa de quem descobre a lista em voz alta ajuda a explicar o engajamento.
Imagem: Internet
Maxson contou que nenhum dos 20 netos do casal herdou o prefixo. “São nomes considerados normais”, brincou o jovem, reforçando que, mesmo assim, o orgulho da família permanece intacto — e sem histórico de bullying.
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