Shelby Martin ganhou dois presentes de uma só vez em Nashville, nos Estados Unidos. No dia em que completou mais um ano de vida, ela deu à luz o pequeno Cassian, que chegou pesando 5,8 quilos. O tamanho incomum do bebê não só surpreendeu a família, como também estabeleceu um novo marco no TriStar Centennial Women’s: foi o maior nascimento registrado ali nos últimos três anos.
A história correu o mundo rapidamente depois que a mãe publicou detalhes do parto em seu perfil no TikTok. Em poucas horas, o vídeo ultrapassou 39 milhões de visualizações e virou assunto entre usuários intrigados com o “bebê gigante”. “Quando as pessoas falam sobre ter um bebê grande, parece que eu não entendo do assunto. Mas confia em mim, eu entendo muito bem”, brincou Shelby.
Parto recorde e recuperação na UTI neonatal
O parto foi realizado por cesariana. Logo após o nascimento, Cassian foi encaminhado à unidade de terapia intensiva neonatal, onde recebeu suporte de oxigênio e teve os níveis de glicose monitorados. A mãe, que passou pela primeira cesariana da vida, aproveitou as redes sociais para agradecer à equipe de enfermagem e aos profissionais da UTI pelo cuidado durante sua recuperação e pelos primeiros dias do filho.
Repercussão nas redes
Além do susto pelo peso, os internautas se divertiram com o tamanho da barriga de Shelby antes do procedimento cirúrgico. Comentários como “Quantos anos ele passou aí dentro?” e “Esse bebê precisou sair pelo teto solar?” dominaram a postagem que viralizou.
O que explica bebês tão grandes?
Genética, nutrição materna, funcionamento da placenta e condições de saúde da gestante — como obesidade e diabetes gestacional — estão entre os fatores que influenciam o peso ao nascer. Recém-nascidos com mais de 4 quilos recebem classificação de macrossômicos. Devido ao risco de hipoglicemia nas primeiras horas de vida, essa turma exige monitoramento constante na maternidade.
Imagem: Internet
A longo prazo, estudos associam o alto peso ao nascer a maiores chances de desenvolver obesidade, hipertensão, diabetes e doenças vasculares crônicas. Por isso, bebês como Cassian permanecem sob atenção redobrada logo que chegam ao mundo.
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