Michelle Loreto narra noite difícil com a filha e reflete sobre culpa materna

Três horas de choro, birra e exaustão foram suficientes para a jornalista e apresentadora do Bem-Estar, Michelle Loreto, se questionar sobre sua própria capacidade materna. Ao tentar colocar a pequena Aurora para dormir, a repórter descobriu — mais uma vez — que ser mãe é também ser humana, vulnerável e, às vezes, falhar.

No relato publicado em sua coluna na CRESCER (link original), Michelle descreve como a rotina pesada, a aproximação dos “terrible twos” de Aurora, uma crise de sinusite e as noites maldormidas a deixaram sem paciência. A situação levou a jornalista às lágrimas e fez renascer a velha cobrança interna: “Sou uma péssima mãe?”.

Entre autocríticas e abraços apertados, a apresentadora reconheceu que, apesar de saber teoricamente como se autorregular, colocar em prática esse autocontrole pode ser um desafio diário. Afinal, cada filho inaugura uma nova versão da mãe.

Noite de tensão: três horas de choro e impaciência

O conflito começou quando Aurora se recusou a ficar no berço. Entre pedidos para sair do colo, cantigas, histórias e silêncio, nada parecia funcionar. Num momento de irritação, Michelle atendeu ao desejo da filha e a colocou no chão, mas o tom ríspido foi percebido pela menina, que chorou ainda mais alto. “Eu a peguei no colo e abracei”, lembra a jornalista. Com o coração acelerado, mãe e filha se acalmaram juntas até que a pequena, enfim, adormeceu.

Ao sair do quarto, a repórter desabou no choro. Ela mesmo se acusou de fracasso, mas resolveu tomar um banho e refletir sobre os motivos da explosão: cansaço, doença, falta de sono e a fase desafiadora da filha.

Buscando ajuda e ajustando a rotina

Decidida a evitar novas crises, Michelle recorreu a uma consultora do sono — um privilégio, como fez questão de pontuar —, leu sobre o tema, conversou longamente com o marido, Alexandre, e trocou experiências com outras mães. A combinação de ajustes na rotina, meditação e oração começou a surtir efeito.

Um gesto de amor que virou aprendizado

Alguns dias depois, já em uma noite menos conturbada, Aurora pediu colo e a música que tocava no parto: “Tu vens, tu vens, eu já escuto os teus sinais”. Enquanto Michelle cantarolava, a menina acariciou o rosto da mãe e sussurrou: “Te amo, mamãe”. A cena encerrou o ciclo de culpa: “Hoje, eu fui uma ótima mãe”, concluiu a apresentadora.

No desfecho do texto, Michelle reforça que a perfeição não existe na maternidade e convida outras mulheres a substituir o julgamento pela observação cuidadosa do que precisa ser melhorado. Para quem se reconhece na história, a jornalista deixa o recado: erros acontecem e fazem parte do caminho.

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Marianna Dantas
Marianna Dantashttps://cadapassoimporta.com.br/
Mãe, blogueira e uma eterna apaixonada pelo universo infantil. Criei o "Cada Passo Importa" como um cantinho seguro para compartilhar minhas descobertas e ajudar outras famílias a encontrarem produtos incríveis, testados com carinho e com o melhor preço. Meu objetivo é trazer mais segurança e tranquilidade para a sua jornada. Bem-vinda à nossa comunidade!

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