Gêmeas Bia e Branca Feres explicam método para tentar definir sexo do bebê

As atletas de nado sincronizado Bia e Branca Feres voltaram a movimentar as redes sociais após contarem que uma delas “escolheu” o sexo do bebê que espera. As duas, grávidas pela terceira vez, divulgaram a história em um vídeo no Instagram e logo despertaram a curiosidade de quem sonha em planejar se terá menino ou menina.

No relato, Branca afirma ter seguido um método baseado no dia exato da ovulação para aumentar as chances de gerar um menino. A técnica envolve calcular o período fértil e programar a relação sexual na data considerada mais favorável ao cromossomo desejado. Mas, afinal, até onde vai a ciência nessa tentativa?

Como a dupla colocou a estratégia em prática

Segundo Bia e Branca, tudo gira em torno da velocidade e da resistência dos espermatozoides. Os que carregam o cromossomo Y, responsável pelo sexo masculino, seriam mais rápidos, porém viveriam menos tempo. Já os portadores do cromossomo X, associado ao sexo feminino, avançam com mais calma, mas resistem por mais horas no trato reprodutivo.

Com base nesse raciocínio, Branca programou a relação sexual para o mesmo dia em que ovulou, apostando na agilidade dos Y. Caso a relação ocorra de um a dois dias antes da ovulação, dizem as gêmeas, os Y já teriam perdido força, aumentando a probabilidade de fecundação por um X — e, portanto, de nascimento de uma menina.

O que a medicina confirma

Renata Teixeira, especialista em Medicina Fetal e ultrassonografista da Clínica Salvata, no Ceará, confirma que conhecer o próprio ciclo menstrual é a parte mais sólida do método. Ferramentas como medição diária da temperatura basal ou aplicativos de monitoramento ajudam a identificar o dia exato da ovulação.

Probabilidade, não garantia

A médica lembra que o sexo do bebê é definido no momento da fecundação: o óvulo sempre carrega um cromossomo X, enquanto o espermatozoide traz X ou Y. Relações de 2 a 3 dias antes da ovulação tendem a favorecer espermatozoides X; encontros um dia antes ou logo após o pico ovulatório podem aumentar as chances de um Y vencer a corrida. “Trata-se de probabilidade, não de certeza”, resume Renata.

Bia já é mãe de Isaac, 4 anos, e Serena, 2, enquanto Branca tem Nicole, 3, e Manuela, 1. Agora, as gêmeas aguardam a chegada dos novos integrantes da família e seguem compartilhando detalhes da gestação nas redes sociais.

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Marianna Dantas
Marianna Dantashttps://cadapassoimporta.com.br/
Mãe, blogueira e uma eterna apaixonada pelo universo infantil. Criei o "Cada Passo Importa" como um cantinho seguro para compartilhar minhas descobertas e ajudar outras famílias a encontrarem produtos incríveis, testados com carinho e com o melhor preço. Meu objetivo é trazer mais segurança e tranquilidade para a sua jornada. Bem-vinda à nossa comunidade!

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